quarta-feira, 25 de abril de 2018

Nem tudo foram Cravos


44 Anos se passaram, Portugal não só mudou, como as mentalidades e objectivos de vida.
Nem tudo foram cravos, muito foram espinhos sem rosas.
Na maioria, os portugueses não estavam elucidados e muito menos, preparados, para uma real democracia.
Inicialmente, muitos confundiram, a palavra liberdade, com libertinagem.
Na generalidade, éramos e somos, um País pouco politizado, a politização foi acontecendo, na maioria tendenciosa e ideológica.
Um falso sentido de igualdade, tiveram consequências graves na economia, que junto, com a incompetência política e o oportunismo, nos deixaram na situação vigente.
Aos poucos, o descrédito nos agentes políticos e objectivos proclamados, mas não alcançados, originou o afastamento, dos portugueses, de uma política participativa.
Hoje podemos dizer, que vivemos numa democracia desencontrada, onde a incógnita (abstenção) reina, com desânimo e desilusão.
Motivo por o qual, muitos criam castelos saudosistas, outros desconhecem e confundem as razões, do 25 de Abril.
Na realidade, todos comungam do descrédito, da classe política nacional.
Sempre português
VitalBicho

VitalBicho E Portugal- Google +
Comentários de notícias publicadas nos jornais
  

sábado, 14 de abril de 2018

Peso dos recordes do défice...

A redução do défice é vantajoso na progressão económica, de um País, nesse ponto, com lucidez, todos estamos de acordo, o verdadeiro problema depara-se, quando encontramos algumas fragilidades, na Saúde e na Educação, que a par, com a Justiça, são os pilares da Nação.
Neste contexto e com a redução do défice, como fundo, temos que nos precaver de posições extremas, mas valer às necessidades vigentes.
No sector da Saúde e Educação, temos uma Esquerda (BE e PCP) com uma visão, sem metas e preocupações, no seu sentido ideológico.
PSD/CDS debatem-se, por uma campanha eleitoralista, esquecendo a seu caminho, enquanto governo, “ enfraquecer para privatizar”. Ficando sempre a pergunta, como estaríamos, se continuassem a governar.
Centeno e este governo, mudaram a óptica económica a seguir, a fragilidade do País impõem, uma carga fiscal desmedida, embora mais equitativa, da do anterior governo, pode e deve, perante resultados vigentes, ser rectificada, mas com a prudência aconselhada.
Portugal não precisa é de bater recordes no défice, pondo com isso, novamente em causa, a dignidade das famílias.

Sempre português
VitalBicho

VitalBicho E Portugal- Google +

 Comentários de noticias publicadas nos jornais

sexta-feira, 23 de março de 2018

Fracas opções politicas

Teremos que ser realistas e constatar, que hoje, a direita existente em Portugal, não é solução e belisca fortemente a democracia.
O PSD não se encontrou, a desunião interna sobressai e se num passado, há muito sem o caminho Social-democrático, hoje indefinido, na esperança de se poder afirmar, após derrota de 2019, Rui Rio não sobrevive, à fracção Passista e vai se tornando o líder de passagem.
No CDS com Cristas populista, mas com um passado no governo duvidoso e nas entrelinhas, conseguimos ver, o saudosismo, das políticas do anterior governo, vai se notando também, algum descontentamento interno e longe também da Democracia Cristã.
Temos ainda o governo, que continuo a apelidar, “de mal menor”, mas neste momento, não encontro solução melhor, que António Costa.
A solução encontrada, para Portugal, nas últimas legislativas, foi a possível e trouxe um pouco de ar puro, ao País, embora como alguns críticos afirmam, vai se esgotando, não por o caminho, mas por as diferenças ideológicas e a necessidade de afirmação partidária.
Neste País “à beira mar plantado” muito se tem a fazer, talvez ainda não encontrado, os protagonistas adequados e uma política solida.
Sempre português
VitalBicho

VitalBicho E Portugal- Google +

 Comentários de noticias publicadas nos jornais 

https://plus.google.com/+VitalBicho




domingo, 18 de fevereiro de 2018

Nação de aparente tranquilidade…

Embora com uma aparente tranquilidade, Portugal vive momentos decisivos, na estrutura futura.
Convicto e como tenho vindo a escrever, na medida que se aproxima, as legislativas, PS,BE e PCP separadamente, vão-se querer afirmar ideologicamente, perante os seus eleitores, tornando assim, mais difícil, os consensos, até agora obtidos, não obstante, o governo depara-se agora, com a saída do seu maior garante (Passos Coelho).
Na oposição o CDS, continua tentando agradar, a “Gregos e Troianos” mas com algum vazio ideológico, dependendo da credibilidade, ou não, do PSD.
O PSD é a incógnita, numa primeira visão, dividido, mas podendo unir-se, no ataque directo, ao governo, tudo depende da agilidade e discurso, de Rui Rio, mas pouco provável, que convença o eleitorado, até às legislativas, o que o torna, um líder a curto prazo, podendo desde já, um combate interno, por a liderança, após as legislativas e nesse caso, seriam visíveis as fragilidades, nas campanhas que se avizinham.
No essencial, com muito ainda por fazer e alguns erros cometidos, ficou já algo positivo, nesta legislatura, a forma aberta e patriota, renascendo a esperança; perdendo o clima negro e de submissão, anterior.
Para quem pintou, que o diabo viria e hoje vem afirmando, que os louvores são a continuidade, do seu caminho, mas hoje provado, que poderia ter seguido, outro caminho, mais flexível, prudente, mas humanitário e equitativo.
Nesta aparente tranquilidade, não nos podemos esquecer, das nossas fragilidades e dos perigos que corremos.
Sempre português
VitalBicho

VitalBicho E Portugal- Google +

 Comentários de noticias publicadas nos jornais 

https://plus.google.com/+VitalBicho

 

 

 

sábado, 20 de janeiro de 2018

Rio terá folgo, para chegar a Costa

O governo deste “Mal menor” tem-se mantido, na generalidade, com um parecer positivo, dos portugueses.
Um governo que tem cumprido, sem grandes horizontes, em certas áreas, mas para mim, superando as expectativas, por a positiva.
Com falhas acentuadas, tem-se mantido sereno, até hoje, também beneficiando, de uma oposição. Fraca e em negação.
A nova liderança do PSD, tardiamente para a conjuntura nacional e para uma nova imposição partidária.
A saída de Passos Coelho, foi benéfica, para o PSD, para os portugueses, já era ignorado politicamente.
Continuando o governo, nos seus intentos, sem lacunas, ou percalços, Rui Rio pode ser simplesmente, um líder de passagem, saindo derrotado, nas próximas legislativas, o PSD é um partido, em descrédito, até que ponto, o novo líder, consegue ou quer, mudar as estruturas contaminadas e em simultâneo, apresentar um programa credível, opondo-se a António Costa?
Muita tinta vai correr, muitas opiniões podem mudar…
António Costa ficou com o caminho, mais dificultado, mas que futuro terá o CDS, com um PSD com mudança de estratégica e cortando, parte do passado, enquanto Cristas é parte, directamente envolvida, desse passado, sombrio?
Esperemos, os próximos passos, do PSD, sem Passos e que o Rio se mantenha, límpido…

Sempre português
VitalBicho
VitalBicho E Portugal- Google +

 Comentários de noticias publicadas nos jornais 

https://plus.google.com/+VitalBicho



sábado, 23 de dezembro de 2017

País das conveniências e aparências

Na ponta final de 2017, com Passos Coelho de saída, ele que foi, a musa da crítica e uma bênção, para António Costa; deixa o PSD desacreditado.
Saberemos em breve, as directrizes, deste novo PSD, ou simplesmente remendado, com a troca de líderes.
Mas Portugal vive além do PSD e bem sem Passos Coelho.
Infelizmente vai tornando-se corrente, desfalques e más gestões, sem o mínimo de controle, servindo-se de instituições, quem as devia servir, no caso mediático, a “Raríssimas” que poderá não ser o único, com falhas graves e lacunas de supervisão.
Mas as fragilidades de Portugal, continuam, algumas encapotadas, vivemos num estado oco de valores, com varias lacunas.
Meditando noutro caso, uma reportagem da TVI, “O segredo dos Deuses” onde além do conto do vigário internacional, a IURD, joga com a inercia benevolente, ou mesmo “erros grosseiros” ao mais alto nível, institucional, pior mesmo, com a incompetência e vazio improprio, judicial.
Choramos pois, com flagelos, como os incêndios, onde não só a prontidão, mas a prevenção falhou, mais uma vez, sem respostas, do País das conveniências e aparências.
Portugal sem alicerces, governado de exterioridades e défice, por vários governos e por vezes (des) governos, ao longo dos anos…
Esperemos que em 2018 se comece a solidificação, chegando a pontos essenciais, chega de demagogias, necessitamos de instituições credíveis e cooperantes.

Sempre português
VitalBicho
VitalBicho E Portugal- Google +

 Comentários de noticias publicadas nos jornais 

https://plus.google.com/+VitalBicho

 

 

sábado, 2 de dezembro de 2017

9 Anos e a actualidade

9 Anos divagando sobre a atualidade, numa visão própria, de Portugal e da humanidade, no desencontro de ideias, sem militância, observo…
Se chamo “o mal menor” a este governo, sentindo-me desiludido e traído, por o anterior.
Neste desencontro de ideias, por vezes penso, que se por uns, Portugal é esquecido, por interesses globais ou Europeus, outros é esquecido também, por ideologias ultrapassadas, com um caminho, de isolamento global e por consequência Europeia.
Nestes 2 Anos de governo, com algumas falhas, tem conseguido, quase um meio-termo “ser Portugal” e estar ligado ao mundo, mas benevolente, em certos aspectos…
Nos próximos 2 Anos, vamos sentir, a reação, às exigências, vão surgir algumas consensuais, outras com uma ponta de facilitismo ideológico, do BE e PCP, a incógnita, é a resolução governamental…
A dúvida fica, teremos uma oposição válida e coerente, em 2018, Portugal terá opções de sobrevivência, não pondo a dignidade das famílias, a troco de interesses vários, com uma oposição renovada?
Não eu em 9 Anos, não mudei, contínuo com a minha costela direita, mas “sempre português”, com a outra costela, humanitária; alguém ultrapassou linhas vermelhas, por o poder, deixando descendência, alguém teve uma visão, contraria, sobrecarregando as famílias, globalizando Portugal, como o elo mais fraco, espero que ao partir, não deixe descendentes…

Sempre português
VitalBicho
VitalBicho E Portugal- Google +

 Comentários de noticias publicadas nos jornais 

https://plus.google.com/+VitalBicho

 

 

domingo, 26 de novembro de 2017

Estabilidade ondulante

Portugal vai vivendo, nesta estabilidade ondulante, como se previa, por razões ideológicas e sobrevivência partidária, BE e PCP, vão desestabilizando, aparentemente, reivindicando, o que são as suas prioridades, aliando-se a manifestações, de desagrado, esperemos que António Costa, um político experiente e malabarista, converter algumas exigências, em consensos razoáveis e favoráveis, à situação real, de Portugal e não à situação optimista e eleitoralista, apregoada.
Vimos até hoje, uma mudança de caminho, superada e prudente, cumprindo as regras Europeias e minimizando, a falta de equidade, nas medidas de austeridade, as famílias podem dizer, que lhes foi retribuído, alguma da dignidade, retirada por o anterior governo, que não soube ou quis, preservar valores.
PSD/CDS continuam este caminho, com a monótona e fraca oposição, também por ideologias e ressentimentos, que deixam um vazio, democrático e opcional.
Teremos que ter atenção, nos facilitismos, mas não nos deixando cair, no pessimismo e revendo a credibilidade, de quem a prioridade, nunca foi, os portugueses, mas quando se encontra na oposição, projectam, resoluções contrárias.
Sempre português
VitalBicho

VitalBicho E Portugal- Google +

 Comentários de noticias publicadas nos jornais

 
 
 

sábado, 4 de novembro de 2017

Do OE 2018 às Legislativas

O orçamento aprovado e na generalidade é aceitável, perante as ainda dificuldades do País, diria razoável, esperando que na especialidade, não se entre num clima obsessivo, transformando as necessidades básicas, num combate, anti empresarial.
Como é óbvio, o apoio e consensos, com o governo, dos partidos que formam, esta maioria parlamentar, será previsível, que se alter, conforme diminui o espaço, para as próximas eleições legislativas, individualmente vão querer, se afirmar ideologicamente, ultrapassando a barreira, do “interesse nacional” para benefícios eleitorais e partidários.
Ao PS convém-lhe, uma política de consensos, não se expondo demasiado à esquerda, piscando o olho, ao eleitorado do centro e direita, descontente com opções e opiniões, do PSD/CDS, desajustadas ao interesse nacional.
O Bloco de Esquerda, sonha em ser referência, na esquerda portuguesa, pode levar os seus contornos ao limite, tornando-se um perigo real, para este governo, não querei-o no entanto, que se torne de extrema radical, pois sabe, que não vingaria, em Portugal.
O PCP necessita de palco, as autárquicas deixaram com um amargo de boca e a meditar, sobre o apoio, que tem dado ao governo, precisa vincar posições, talvez voltar a 100% á cassete Cunhal, mas não é suficientemente perigoso.
Da dita direita portuguesa, naufragada no seu desespero, para o PSD pode ser, tarde de mais, a mudança de líder e compreender até que ponto, um novo líder, seja ele qual for, consegue remar, para o eleitorado.
O CDS na deriva, esquecendo posições do passado recente, (no governo) dispara em todas as direcções, com um vazio ideológico e político, notório.
PSD/CDS não decidirão neste orçamento como não têm contado para Portugal, mas depois da desgraça humana (flagelo dos fogos) que têm explorado politicamente, “ sem dó nem piedade” não culpados por a inercia e benevolência, do governo, mas também culpados, por o muito que contribuíram, para a degradação do património, temos que os ter em conta…
Voltando ao Orçamento, na especialidade e nas alterações contidas, ou chumbadas, no debate parlamentar, podemos já ler um pouco, do que vai ser o caminho, até às legislativas.
Sempre português
VitalBicho

VitalBicho E Portugal- Google +

 Comentários de noticias publicadas nos jornais



sábado, 21 de outubro de 2017

CDS/PSD não pode “atirar a primeira pedra”…

Não esclarece e em nada contribui, para as necessidades e pesares, das vítimas, uma Moção de Censura, com a agravante, de ser apresentada, por quem, tem directa ou indirectamente, algumas culpas do sucedido, sendo apenas um aproveitamento politico, da desgraça nacional.
O flagelo que atingiu Portugal, com os incêndios, deixa muito por esclarecer…
O governo errou, por negligência e falta de acção, com responsabilidades politica e morais.
Mas estará esta oposição limpa, para atirar a primeira pedra?
Assunção Cristas enquanto ministra, tomou medidas de conveniência, não medindo consequências e Passos Coelho com seus cortes orçamentais, desmedidos, não lhes pesará a consciência?
A frieza lamentável, como o CDS/PSD, se servem deste flagelo, para seus fins, que não a resolução, sim a destabilização, volto a repetir, lamentável a inercia do governo, que necessita urgente, de criar pilares fortes de prevenção e respostas de acção, o flagelo bateu duas vezes, sem respostas atempadas, nem concretas, os portugueses precisam de ser conhecedores, de medidas postas em pratica, com urgência, mas ponderadas, para podermos avaliar, a nossa segurança futura.
Neste tragecto deveríamos poder contar, com a oposição, mas duvido, com o lema assente, CDS/PSD numa “oposição destrutiva” esquecendo a estabilidade de Portugal.
Continuo neste panorama, a classificar o governo de “o mal menor” …
Sempre português
VitalBicho
VitalBicho E Portugal- Google +
Comentários de notícias publicadas nos jornais
 
 

domingo, 15 de outubro de 2017

Santana “O eterno candidato”

Santana Lopes, o eterno candidato, à liderança do PSD deixou, “de andar por ai” e tenta “estar de passagem”.
Confesso que até simpatizo, com Santana, mas na sua apresentação, demonstrou, ser o candidato da vertente Passista, nada de novo portanto, que destoa, com o seu habito de proclamar, PPD/PSD, verdade que este Pedro, tem um discurso mais afável, convincente e por vezes até comovente.
Referindo-me ao “estar de passagem”:
Na conjuntura nacional, actual, não surgindo mudanças significativas, com Santana ou Rui Riu, é mais perceptível, o PS alcançar, uma maioria absoluta, que o PSD, sair vitorioso, das próximas legislativas, o que sem uma mudança de fundo é possível, que após legislativas, o PSD volte a ter necessidade, de mudar de líder, será essa também, a perspectiva, de alguns prováveis candidatos, que se têm negado, aguardando o após.
Sobre Rui Rio, adversário de Santana, já não tinha espaço de manobra, para adiar, esse pode se chamar, de “eterno opositor interno”, sem coragem para dar, o derradeiro passo, na pior altura chegou ao limite…
O PSD com uma nova liderança, pode vir a conquistar, votos ao CDS, que tem beneficiado do perfil e contrassenso, de Passos Coelho, mas encontra-se também, num indefinido ideológico e falta de postura política, na sua líder, prevejo por isso, ainda uma derrapagem, no conjunto PSD/CDS.
O que se torna lamentável e como venho repetindo “o vazio político, na direita democrata, portuguesa” que origina uma falta de opções credíveis, para Portugal.
Sempre português
VitalBicho
VitalBicho E Portugal- Google +
Comentários de notícias publicadas nos jornais
 
 

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

PSD moribundo/ CDS ainda respira…

Com um desfecho previsível, por a situação nacional e com o complemento, de uma oposição desencontrada ideologicamente, eleições autárquicas, tem que ter sempre, consequências políticas e nacionais e uma reflexão pormenorizada.
A vitória do PS demonstra as boas escolhas, de candidatos, que transmitem confiança, assim como uma leitura positiva, da política nacional.
Como esperado, uma derrota significativa, de um PSD moribundo, por as mãos de Passos Coelho, o seu envolvimento foi sinal de desconfiança, nalguns casos até repudio, estou convencido, que salvou um pouco, o reconhecimento, por os eleitores, da integridade, de alguns candidatos, no entanto, mal acompanhados, Passos Coelho, com enterro político anunciado, fez sobressair, o CDS e Assunção Cristas, que sem matéria relevante, foi opção, de alguma direita, descontente e desamparada, que não se apercebeu ainda, das parecenças, contradições e desaires, que ambos nutrem e a necessidade de reverem, pergaminhos.
Enquanto Cristas vai sobrevivendo, Passos neutralizou o PSD.
As duvidas continuam, sobre esta oposição, destrutiva e incompetente, que se mantém ressentida, por uma solução constitucional, adotada nas ultimas legislativas.
O PS e Costa continuam com uma tarefa facilitada, rumo a uma maioria, proporcionada em muito, por a incapacidade do PSD/CDS.
Não só uma mudança de líder pode renascer o PSD, que se encontra contaminado, sim uma reestruturação às origens, com o regresso à Social-democracia.
O CDS de fraca identidade, perdido ou procurando abrigo, contribui também, para o vazio, de uma oposição credível.
Opções podem não ser escolhas, mas temos que as debater, faz parte da democracia e Portugal tem varias lacunas, na oposição.
Sempre português
VitalBicho
VitalBicho E Portugal- Google +
Comentários de notícias publicadas nos jornais

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Não à Abstenção – Vote



Os níveis de abstenção, em Portugal, são preocupantes, o que vários factores contribuem.
A falta de credibilidade, na classe politica, o não comprimento de promessas, a falta de esclarecimento, em certos actos, simplesmente consumados e o vazio de uma cultura, política independente.
Não bastante, todas as desilusões sofridas, oriundas dos nossos políticos, o nosso voto é necessário, não só para eleger, como para afastar, males maiores.
Mais que um direito, votar é um dever cívico, que não nos devemos excluir.
Não é a crítica, por vezes, em momentos e locais inadequados, em que apregoamos, a liberdade e democracia, sem ter contribuído, com o dever cívico da escolha, dos nossos governantes, abstendo-se, não terão legitimidade, mural, têm democrata, mas não mural… 
Dia 01 de Outubro de 2017, temos as Eleições Autárquicas, vamos escolher os destinos, da nossa região, embora nalgumas regiões, mais emblemáticas, termos ilustres desconhecidos, reconhecidos no panorama nacional, mas não regional, temos que ter, por o menos, uma pequena noção do carácter e programa que se prepõem, a abstenção pode dar, uma vitoria, a minorias.
Procurando a noção, de quem quereremos, ou não, para a nossa região, dia 01 de Outubro, teremos três razões, para votar: 1º Eleger o nosso escolhido – 2º afastar, o que pensamos ser, o perigo – 3º Contribuir civicamente, para a nossa região.
Votar nem que seja, no melhor dos piores / NÃO À ABSTENÇÃO
Sempre português
VitalBicho
 
VitalBicho E Portugal- Google +
Comentários de notícias publicadas nos jornais