sábado, 2 de dezembro de 2017

9 Anos e a actualidade

9 Anos divagando sobre a atualidade, numa visão própria, de Portugal e da humanidade, no desencontro de ideias, sem militância, observo…
Se chamo “o mal menor” a este governo, sentindo-me desiludido e traído, por o anterior.
Neste desencontro de ideias, por vezes penso, que se por uns, Portugal é esquecido, por interesses globais ou Europeus, outros é esquecido também, por ideologias ultrapassadas, com um caminho, de isolamento global e por consequência Europeia.
Nestes 2 Anos de governo, com algumas falhas, tem conseguido, quase um meio-termo “ser Portugal” e estar ligado ao mundo, mas benevolente, em certos aspectos…
Nos próximos 2 Anos, vamos sentir, a reação, às exigências, vão surgir algumas consensuais, outras com uma ponta de facilitismo ideológico, do BE e PCP, a incógnita, é a resolução governamental…
A dúvida fica, teremos uma oposição válida e coerente, em 2018, Portugal terá opções de sobrevivência, não pondo a dignidade das famílias, a troco de interesses vários, com uma oposição renovada?
Não eu em 9 Anos, não mudei, contínuo com a minha costela direita, mas “sempre português”, com a outra costela, humanitária; alguém ultrapassou linhas vermelhas, por o poder, deixando descendência, alguém teve uma visão, contraria, sobrecarregando as famílias, globalizando Portugal, como o elo mais fraco, espero que ao partir, não deixe descendentes…

Sempre português
VitalBicho
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domingo, 26 de novembro de 2017

Estabilidade ondulante

Portugal vai vivendo, nesta estabilidade ondulante, como se previa, por razões ideológicas e sobrevivência partidária, BE e PCP, vão desestabilizando, aparentemente, reivindicando, o que são as suas prioridades, aliando-se a manifestações, de desagrado, esperemos que António Costa, um político experiente e malabarista, converter algumas exigências, em consensos razoáveis e favoráveis, à situação real, de Portugal e não à situação optimista e eleitoralista, apregoada.
Vimos até hoje, uma mudança de caminho, superada e prudente, cumprindo as regras Europeias e minimizando, a falta de equidade, nas medidas de austeridade, as famílias podem dizer, que lhes foi retribuído, alguma da dignidade, retirada por o anterior governo, que não soube ou quis, preservar valores.
PSD/CDS continuam este caminho, com a monótona e fraca oposição, também por ideologias e ressentimentos, que deixam um vazio, democrático e opcional.
Teremos que ter atenção, nos facilitismos, mas não nos deixando cair, no pessimismo e revendo a credibilidade, de quem a prioridade, nunca foi, os portugueses, mas quando se encontra na oposição, projectam, resoluções contrárias.
Sempre português
VitalBicho

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sábado, 4 de novembro de 2017

Do OE 2018 às Legislativas

O orçamento aprovado e na generalidade é aceitável, perante as ainda dificuldades do País, diria razoável, esperando que na especialidade, não se entre num clima obsessivo, transformando as necessidades básicas, num combate, anti empresarial.
Como é óbvio, o apoio e consensos, com o governo, dos partidos que formam, esta maioria parlamentar, será previsível, que se alter, conforme diminui o espaço, para as próximas eleições legislativas, individualmente vão querer, se afirmar ideologicamente, ultrapassando a barreira, do “interesse nacional” para benefícios eleitorais e partidários.
Ao PS convém-lhe, uma política de consensos, não se expondo demasiado à esquerda, piscando o olho, ao eleitorado do centro e direita, descontente com opções e opiniões, do PSD/CDS, desajustadas ao interesse nacional.
O Bloco de Esquerda, sonha em ser referência, na esquerda portuguesa, pode levar os seus contornos ao limite, tornando-se um perigo real, para este governo, não querei-o no entanto, que se torne de extrema radical, pois sabe, que não vingaria, em Portugal.
O PCP necessita de palco, as autárquicas deixaram com um amargo de boca e a meditar, sobre o apoio, que tem dado ao governo, precisa vincar posições, talvez voltar a 100% á cassete Cunhal, mas não é suficientemente perigoso.
Da dita direita portuguesa, naufragada no seu desespero, para o PSD pode ser, tarde de mais, a mudança de líder e compreender até que ponto, um novo líder, seja ele qual for, consegue remar, para o eleitorado.
O CDS na deriva, esquecendo posições do passado recente, (no governo) dispara em todas as direcções, com um vazio ideológico e político, notório.
PSD/CDS não decidirão neste orçamento como não têm contado para Portugal, mas depois da desgraça humana (flagelo dos fogos) que têm explorado politicamente, “ sem dó nem piedade” não culpados por a inercia e benevolência, do governo, mas também culpados, por o muito que contribuíram, para a degradação do património, temos que os ter em conta…
Voltando ao Orçamento, na especialidade e nas alterações contidas, ou chumbadas, no debate parlamentar, podemos já ler um pouco, do que vai ser o caminho, até às legislativas.
Sempre português
VitalBicho

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sábado, 21 de outubro de 2017

CDS/PSD não pode “atirar a primeira pedra”…

Não esclarece e em nada contribui, para as necessidades e pesares, das vítimas, uma Moção de Censura, com a agravante, de ser apresentada, por quem, tem directa ou indirectamente, algumas culpas do sucedido, sendo apenas um aproveitamento politico, da desgraça nacional.
O flagelo que atingiu Portugal, com os incêndios, deixa muito por esclarecer…
O governo errou, por negligência e falta de acção, com responsabilidades politica e morais.
Mas estará esta oposição limpa, para atirar a primeira pedra?
Assunção Cristas enquanto ministra, tomou medidas de conveniência, não medindo consequências e Passos Coelho com seus cortes orçamentais, desmedidos, não lhes pesará a consciência?
A frieza lamentável, como o CDS/PSD, se servem deste flagelo, para seus fins, que não a resolução, sim a destabilização, volto a repetir, lamentável a inercia do governo, que necessita urgente, de criar pilares fortes de prevenção e respostas de acção, o flagelo bateu duas vezes, sem respostas atempadas, nem concretas, os portugueses precisam de ser conhecedores, de medidas postas em pratica, com urgência, mas ponderadas, para podermos avaliar, a nossa segurança futura.
Neste tragecto deveríamos poder contar, com a oposição, mas duvido, com o lema assente, CDS/PSD numa “oposição destrutiva” esquecendo a estabilidade de Portugal.
Continuo neste panorama, a classificar o governo de “o mal menor” …
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VitalBicho
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domingo, 15 de outubro de 2017

Santana “O eterno candidato”

Santana Lopes, o eterno candidato, à liderança do PSD deixou, “de andar por ai” e tenta “estar de passagem”.
Confesso que até simpatizo, com Santana, mas na sua apresentação, demonstrou, ser o candidato da vertente Passista, nada de novo portanto, que destoa, com o seu habito de proclamar, PPD/PSD, verdade que este Pedro, tem um discurso mais afável, convincente e por vezes até comovente.
Referindo-me ao “estar de passagem”:
Na conjuntura nacional, actual, não surgindo mudanças significativas, com Santana ou Rui Riu, é mais perceptível, o PS alcançar, uma maioria absoluta, que o PSD, sair vitorioso, das próximas legislativas, o que sem uma mudança de fundo é possível, que após legislativas, o PSD volte a ter necessidade, de mudar de líder, será essa também, a perspectiva, de alguns prováveis candidatos, que se têm negado, aguardando o após.
Sobre Rui Rio, adversário de Santana, já não tinha espaço de manobra, para adiar, esse pode se chamar, de “eterno opositor interno”, sem coragem para dar, o derradeiro passo, na pior altura chegou ao limite…
O PSD com uma nova liderança, pode vir a conquistar, votos ao CDS, que tem beneficiado do perfil e contrassenso, de Passos Coelho, mas encontra-se também, num indefinido ideológico e falta de postura política, na sua líder, prevejo por isso, ainda uma derrapagem, no conjunto PSD/CDS.
O que se torna lamentável e como venho repetindo “o vazio político, na direita democrata, portuguesa” que origina uma falta de opções credíveis, para Portugal.
Sempre português
VitalBicho
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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

PSD moribundo/ CDS ainda respira…

Com um desfecho previsível, por a situação nacional e com o complemento, de uma oposição desencontrada ideologicamente, eleições autárquicas, tem que ter sempre, consequências políticas e nacionais e uma reflexão pormenorizada.
A vitória do PS demonstra as boas escolhas, de candidatos, que transmitem confiança, assim como uma leitura positiva, da política nacional.
Como esperado, uma derrota significativa, de um PSD moribundo, por as mãos de Passos Coelho, o seu envolvimento foi sinal de desconfiança, nalguns casos até repudio, estou convencido, que salvou um pouco, o reconhecimento, por os eleitores, da integridade, de alguns candidatos, no entanto, mal acompanhados, Passos Coelho, com enterro político anunciado, fez sobressair, o CDS e Assunção Cristas, que sem matéria relevante, foi opção, de alguma direita, descontente e desamparada, que não se apercebeu ainda, das parecenças, contradições e desaires, que ambos nutrem e a necessidade de reverem, pergaminhos.
Enquanto Cristas vai sobrevivendo, Passos neutralizou o PSD.
As duvidas continuam, sobre esta oposição, destrutiva e incompetente, que se mantém ressentida, por uma solução constitucional, adotada nas ultimas legislativas.
O PS e Costa continuam com uma tarefa facilitada, rumo a uma maioria, proporcionada em muito, por a incapacidade do PSD/CDS.
Não só uma mudança de líder pode renascer o PSD, que se encontra contaminado, sim uma reestruturação às origens, com o regresso à Social-democracia.
O CDS de fraca identidade, perdido ou procurando abrigo, contribui também, para o vazio, de uma oposição credível.
Opções podem não ser escolhas, mas temos que as debater, faz parte da democracia e Portugal tem varias lacunas, na oposição.
Sempre português
VitalBicho
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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Não à Abstenção – Vote



Os níveis de abstenção, em Portugal, são preocupantes, o que vários factores contribuem.
A falta de credibilidade, na classe politica, o não comprimento de promessas, a falta de esclarecimento, em certos actos, simplesmente consumados e o vazio de uma cultura, política independente.
Não bastante, todas as desilusões sofridas, oriundas dos nossos políticos, o nosso voto é necessário, não só para eleger, como para afastar, males maiores.
Mais que um direito, votar é um dever cívico, que não nos devemos excluir.
Não é a crítica, por vezes, em momentos e locais inadequados, em que apregoamos, a liberdade e democracia, sem ter contribuído, com o dever cívico da escolha, dos nossos governantes, abstendo-se, não terão legitimidade, mural, têm democrata, mas não mural… 
Dia 01 de Outubro de 2017, temos as Eleições Autárquicas, vamos escolher os destinos, da nossa região, embora nalgumas regiões, mais emblemáticas, termos ilustres desconhecidos, reconhecidos no panorama nacional, mas não regional, temos que ter, por o menos, uma pequena noção do carácter e programa que se prepõem, a abstenção pode dar, uma vitoria, a minorias.
Procurando a noção, de quem quereremos, ou não, para a nossa região, dia 01 de Outubro, teremos três razões, para votar: 1º Eleger o nosso escolhido – 2º afastar, o que pensamos ser, o perigo – 3º Contribuir civicamente, para a nossa região.
Votar nem que seja, no melhor dos piores / NÃO À ABSTENÇÃO
Sempre português
VitalBicho
 
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