segunda-feira, 9 de julho de 2018

Turbulência politica (OE19)

O OE2019 pode ser, ou não, um problema para a estabilidade nacional, sem conhecer o teor, muito se tem especulado e entrado por caminhos ideológicos, que podem não ser viáveis e longe de ser consensuais.
O OE2019 tem não só, que fazer face, às necessidades prioritárias, como ter em conta, as fragilidades económicas e os compromissos externos, mais que as ideologias partidárias, manter a estabilidade.
A boa vontade e justiça social, por vezes não se enquadram, na realidade e possibilidades actuais, por isso alguma prudência, que requer consensos.
O optimismo constante, por vezes despropositado, de António Costa, ilude nos dois sentidos, na realidade, um meio-termo da situação, confortante, por um passado turbulento, mas com um futuro, embora com esperança renascida, incerto…
PCP e BE andam eufóricos, nas suas ideologias, sabemos todas as suas teorias, no passado souberam, ceder e impor-se, para salvar Portugal, esperemos que em consenso com o PS, consigam, mais uma vez, um caminho, não perfeito, mas de estabilidade e esperança.
Da oposição PSD e CDS, não se prevêem bons ventos, embora se veja, Rui Rio querer-se posicionar mais ao centro e aberto ao diálogo, o PSD está fragmentado, até que ponto, Rio é o Senhor do PSD…
O CDS se torna, como já referi, um partido populista instável, com o seu saudosismo, tornando-se bipolar por conveniências.
Preferível perante a situação actual e na lacuna política nacional, manter a estabilidade e tomar posições, após conhecer, todos os contornos, do OE 2019.
Sempre português
VitalBicho

sábado, 9 de junho de 2018

Reflexão politica


Numa reflexão sobre Portugal e o seu estado político, continuo a pensar, que a dita “geringonça” é um “mal menor” tristemente não revejo, nas hipóteses vigentes, melhor solução.
Numa análise, parecendo precipitada, antes do fim da legislatura, mas quando se tornou prioritário, o acentuar ideológica, por razões eleitoralistas antecipadas, que espero, mais discurso que acção…
No essencial, este governo deu-nos a esperança, Portugal como estado de direito, estava amargurado, onde a submissão, era o caminho, perdemos valores fundamentais, pontos estratégicos da nossa soberania, “com muitos espinhos e algumas rosas” voltámos a caminhar.
Por muito que me doa, “ aquela costela direita” que tanto falei no passado, hoje revejo os caminhos errantes, que se afeiçoaram, com o receio, que todas as acções desencontradas, como vai acontecendo por a Europa, traga o radicalismo das extremas, tão condenável, as de direita, como esquerda.
Seria errante também o facilitismo, mas preservando a dignidade dos povos, temos que caminhar, passo a passo, por vezes mesmo parar, mas não retroceder …
No fraco panorama político português, até pouco credível, podemos fazer uma análise rápida:
 PSD – desencontrado e dividido, Rui Rio longe de criar consenso é o “líder com prazo certo” no interior do partido, muitos esperam derrotas eleitorais, o esquecimento do Passismo e um deslize de António Costa, para assaltarem a cadeira de Rio, mas varias fracções surgirão, que torna o PSD no mínimo, um partido instável de rumo incerto, podendo mesmo voltar, a uma vertente neoliberal.
CDS – Paulo Portas tornou-o, num partido bipolar, com discurso na oposição, diferenciando por conveniência, em coligação para governar, embora com uma pequena fracção ideológica, minoritária, para a discípula Cristas, que demonstra populismo, com falhas objectivas …
PCP – ultrapassado por o tempo, persistente e convicto ideologicamente, abrindo algumas lacunas, para atenuar menos, mas sempre necessário, em convergências de opinião.
BE – Caminha numa única direcção, salutar em oposição, ou consensos, mas desastroso se lograsse conduzir sozinho, os destinos do País.
PS – Continua por isso a ser o “mal menor” por todo um passado, indeciso sobre a maioria absoluta e Portugal não tem “espaço de manobra” para experiências…
Torna pois, nesta minha reflexão, Portugal com um futuro incerto, mas esta é a minha reflexão, necessário cada um, com um espírito de dever, faça a sua e seja qual for a eleição “diga não à abstenção” sem convicções escolha “o seu mal menor”.
Sempre português
VitalBicho
 
 Nota aos seguidores deste Blogue:  
Ultimamente não tenho sido tão assíduo, a escrever neste, por opção tenho-me dedicado mais, a comentários de notícias dos jornais, com o mesmo sentido em:
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Em Dezembro faz 10 Anos de VitalBicho E Portugal, sem ser dono da razão, divagando é o meu desabafo
OBRIGADO
António Carlos Vital Bicho

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Nem tudo foram Cravos


44 Anos se passaram, Portugal não só mudou, como as mentalidades e objectivos de vida.
Nem tudo foram cravos, muito foram espinhos sem rosas.
Na maioria, os portugueses não estavam elucidados e muito menos, preparados, para uma real democracia.
Inicialmente, muitos confundiram, a palavra liberdade, com libertinagem.
Na generalidade, éramos e somos, um País pouco politizado, a politização foi acontecendo, na maioria tendenciosa e ideológica.
Um falso sentido de igualdade, tiveram consequências graves na economia, que junto, com a incompetência política e o oportunismo, nos deixaram na situação vigente.
Aos poucos, o descrédito nos agentes políticos e objectivos proclamados, mas não alcançados, originou o afastamento, dos portugueses, de uma política participativa.
Hoje podemos dizer, que vivemos numa democracia desencontrada, onde a incógnita (abstenção) reina, com desânimo e desilusão.
Motivo por o qual, muitos criam castelos saudosistas, outros desconhecem e confundem as razões, do 25 de Abril.
Na realidade, todos comungam do descrédito, da classe política nacional.
Sempre português
VitalBicho

VitalBicho E Portugal- Google +
Comentários de notícias publicadas nos jornais
  

sábado, 14 de abril de 2018

Peso dos recordes do défice...

A redução do défice é vantajoso na progressão económica, de um País, nesse ponto, com lucidez, todos estamos de acordo, o verdadeiro problema depara-se, quando encontramos algumas fragilidades, na Saúde e na Educação, que a par, com a Justiça, são os pilares da Nação.
Neste contexto e com a redução do défice, como fundo, temos que nos precaver de posições extremas, mas valer às necessidades vigentes.
No sector da Saúde e Educação, temos uma Esquerda (BE e PCP) com uma visão, sem metas e preocupações, no seu sentido ideológico.
PSD/CDS debatem-se, por uma campanha eleitoralista, esquecendo a seu caminho, enquanto governo, “ enfraquecer para privatizar”. Ficando sempre a pergunta, como estaríamos, se continuassem a governar.
Centeno e este governo, mudaram a óptica económica a seguir, a fragilidade do País impõem, uma carga fiscal desmedida, embora mais equitativa, da do anterior governo, pode e deve, perante resultados vigentes, ser rectificada, mas com a prudência aconselhada.
Portugal não precisa é de bater recordes no défice, pondo com isso, novamente em causa, a dignidade das famílias.

Sempre português
VitalBicho

sexta-feira, 23 de março de 2018

Fracas opções politicas

Teremos que ser realistas e constatar, que hoje, a direita existente em Portugal, não é solução e belisca fortemente a democracia.
O PSD não se encontrou, a desunião interna sobressai e se num passado, há muito sem o caminho Social-democrático, hoje indefinido, na esperança de se poder afirmar, após derrota de 2019, Rui Rio não sobrevive, à fracção Passista e vai se tornando o líder de passagem.
No CDS com Cristas populista, mas com um passado no governo duvidoso e nas entrelinhas, conseguimos ver, o saudosismo, das políticas do anterior governo, vai se notando também, algum descontentamento interno e longe também da Democracia Cristã.
Temos ainda o governo, que continuo a apelidar, “de mal menor”, mas neste momento, não encontro solução melhor, que António Costa.
A solução encontrada, para Portugal, nas últimas legislativas, foi a possível e trouxe um pouco de ar puro, ao País, embora como alguns críticos afirmam, vai se esgotando, não por o caminho, mas por as diferenças ideológicas e a necessidade de afirmação partidária.
Neste País “à beira mar plantado” muito se tem a fazer, talvez ainda não encontrado, os protagonistas adequados e uma política solida.
Sempre português
VitalBicho





domingo, 18 de fevereiro de 2018

Nação de aparente tranquilidade…

Embora com uma aparente tranquilidade, Portugal vive momentos decisivos, na estrutura futura.
Convicto e como tenho vindo a escrever, na medida que se aproxima, as legislativas, PS,BE e PCP separadamente, vão-se querer afirmar ideologicamente, perante os seus eleitores, tornando assim, mais difícil, os consensos, até agora obtidos, não obstante, o governo depara-se agora, com a saída do seu maior garante (Passos Coelho).
Na oposição o CDS, continua tentando agradar, a “Gregos e Troianos” mas com algum vazio ideológico, dependendo da credibilidade, ou não, do PSD.
O PSD é a incógnita, numa primeira visão, dividido, mas podendo unir-se, no ataque directo, ao governo, tudo depende da agilidade e discurso, de Rui Rio, mas pouco provável, que convença o eleitorado, até às legislativas, o que o torna, um líder a curto prazo, podendo desde já, um combate interno, por a liderança, após as legislativas e nesse caso, seriam visíveis as fragilidades, nas campanhas que se avizinham.
No essencial, com muito ainda por fazer e alguns erros cometidos, ficou já algo positivo, nesta legislatura, a forma aberta e patriota, renascendo a esperança; perdendo o clima negro e de submissão, anterior.
Para quem pintou, que o diabo viria e hoje vem afirmando, que os louvores são a continuidade, do seu caminho, mas hoje provado, que poderia ter seguido, outro caminho, mais flexível, prudente, mas humanitário e equitativo.
Nesta aparente tranquilidade, não nos podemos esquecer, das nossas fragilidades e dos perigos que corremos.
Sempre português
VitalBicho


 

 

 

sábado, 20 de janeiro de 2018

Rio terá folgo, para chegar a Costa

O governo deste “Mal menor” tem-se mantido, na generalidade, com um parecer positivo, dos portugueses.
Um governo que tem cumprido, sem grandes horizontes, em certas áreas, mas para mim, superando as expectativas, por a positiva.
Com falhas acentuadas, tem-se mantido sereno, até hoje, também beneficiando, de uma oposição. Fraca e em negação.
A nova liderança do PSD, tardiamente para a conjuntura nacional e para uma nova imposição partidária.
A saída de Passos Coelho, foi benéfica, para o PSD, para os portugueses, já era ignorado politicamente.
Continuando o governo, nos seus intentos, sem lacunas, ou percalços, Rui Rio pode ser simplesmente, um líder de passagem, saindo derrotado, nas próximas legislativas, o PSD é um partido, em descrédito, até que ponto, o novo líder, consegue ou quer, mudar as estruturas contaminadas e em simultâneo, apresentar um programa credível, opondo-se a António Costa?
Muita tinta vai correr, muitas opiniões podem mudar…
António Costa ficou com o caminho, mais dificultado, mas que futuro terá o CDS, com um PSD com mudança de estratégica e cortando, parte do passado, enquanto Cristas é parte, directamente envolvida, desse passado, sombrio?
Esperemos, os próximos passos, do PSD, sem Passos e que o Rio se mantenha, límpido…

Sempre português
VitalBicho