sábado, 22 de abril de 2017

25 de Abril – Nem tudo foram cravos

25 de Abril de 1974, sem dúvida, o marco histórico, do século XX, para Portugal.
Mas nem tudo foram rosas (neste caso cravos).
Como em todas as revoluções, teve excessos, que marcaram negativamente, tanto na economia, como socialmente.
A politização tendenciosa ideologicamente, que hoje se transformou, em indiferença política, na altura, foi a revolta desmedida…
Da liberdade e democracia apregoadas, fica-nos a liberdade nas palavras e uma fraca democracia, beliscada interna e externamente, mais uma vez, é no discurso a democracia, ficado aquém, nos atos.
Tentamos entrar numa comunidade, que aos poucos, vai-se transformando, numa União de proteção, aos mais fortes, perdemos parte da identidade, a outra flutua ao sabor das marés, outrora nossas, comprometidos com compromissos assinados, por interesses, ao sabor dos ventos.
Na encruzilhada, fica a esperança e a incerteza, de uma insuficiência, para nos impormos, sobre a dignidade e os interesses individuais, de sobrevivência.
Nada me move, contra a União Europeia, continuando a ser português, com raízes e tradições, onde inclui a dignidade democrática e soberana.
Sem excessos ou radicalismos.
Sempre português
VitalBicho
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quinta-feira, 23 de março de 2017

Caixa Geral de Depósitos/A dura realidade

Uma recapitalização, sem alterações evidentes, seria o adiar problema, amortizar, com mais custos futuros.
Vários problemas se acumulam, em atenção ao "credito mal parado" e ao adiamento de resoluções, alguns dos factores, mas não só...
Perante o avanço, das novas tecnologias, que ditaram, uma nova maneira, de funcionamento de vários sectores, incluindo a Banca, tonou dispensável, alguns balcões e nomeadamente, algum suporte humano, esta é uma dura realidade, no entanto, de ter em conta, neste caso, o factor de interesse publico, dever da CGD.
Sem reconhecer a totalidade do projecto, penso que a necessidade, económica de fecho, não pode por em causa, a necessidade publica.
Perante a necessidade, de reduzir funcionários, deve ser prudente, selectiva e não excessiva.
Nesta dura realidade, o caminho para uma CGD, solida, para poder defender o interesse publico e diferenciar-se, da restante Banca.
Relembro que o anterior governo, teria duvidas, sobre se o caminho, não seria a privatização, nesse caminho, quantos balcões, seriam fechados, quantos despedimentos? Não seria posto em causa, o interesse publico, mas sim os lucros e os despedimentos seriam aleatórios, porque agora, na oposição, põem objecções? Simplesmente, porque nos queriam vender a ideia, que não era possível, uma recapitalização, no âmbito da UE.
Fica uma pequena nota, mas no meu ver importante, não só para CGD, mas no geral.
Não soubemos substituir, com novos planos laborais, adequados, à evolução dos tempos e a rapidez, da entrada de novas tecnologias, que substituem, por erro humano...
Sempre português
VitalBicho 

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sábado, 11 de março de 2017

A saga continua, para a oposição

A saga continua, com as mesmas vertentes, no calor verbal, na Assembleia da Republica, na Caixa Geral de Depósitos e nas ditas transferências para offshores.
Das acusações mutuas e nada conclusivas, deixam sim, um retrato da classe politica, em Portugal.
Confesso que não vejo, outros assuntos, com relevância, para uma oposição, não reposta, do desaire e não crédula, em ser oposição.
Mas Portugal segue o seu caminho, se as esquerdas, não ficassem zangadas comigo, diria, que vivemos mais perto, da Social-democracia, de que nos anos, do anterior governo, PSD/CDS.
Vivemos sim, mais portugueses, embora cumpridores, dos acordos assinados.
Nem tudo vai bem, mas estamos, bem melhor, vai-se sentido e aumentando, a esperança.
As águas não são, tão turvas, mas preciso ser prudente, ainda não navegamos, em águas límpidas.
Depois da tempestade, não pode “como no ditado” vir a bonança, preciso fortalecer, alguns alicerces.
Não precisamos é de uma oposição agoirenta e não construtiva.
Muito tenho referido, ao vazio politico, deixado por os primários ideais, ou conceitos
Democráticos, do PSD e do CDS.
Sempre português
VitalBicho 
 
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Como dez mil milhões passaram…(offshore)

Quando muitos portugueses, viveu e alguns ainda se encontram, no limiar da pobreza, quando perdemos património e dai pontos estratégicos, para um Estado Soberano, em nome da crise (para alguns) enfraqueceu-se o Ensino, a Saúde e a Justiça, sabe-se agora, que entre 2010 e 2014, cerca de dez mil milhões de euros, passaram para paraísos fiscais, sem qualquer tratamento, por parte da Autoridade Tributaria e Aduaneira, Passos até ficou irritado, com algumas das insinuações, do Primeiro-ministro, embora estas não estejam longe da realidade.
O Primeiro-ministro só disse menos, do que pensam, a maioria dos portugueses
(O Primeiro-ministro acusou o anterior Governo PSD/CDS “poupar” os que “levaram o dinheiro para os offshore” e ter a maior tranquilidade” quando á fuga de capitais…).
Passos Coelho e seu grupo, dia a dia, ficam encurralados na sua própria oposição, resta-lhes lutar por uns SMS, que no meu ver, são de importância relativa, já não conseguem atrapalhar, a recapitalização da CGD.
Resta ainda, a esta oposição em desvario, proclamarem-se vítimas e democratas, esquecendo que nos lembramos, como foram governo, com maioria e se moldaram a outros interesses.
Sobre os quase dez mil milhões, muito se vai escrever, esclarecer já tenho algumas dúvidas…
Sempre português
VitalBicho
 
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Banco público é o que PSD/CDS não quer

Penso que Portugal tem espaço e é conveniente ter uma Banca privada e uma Banca pública
Dado às características e situação de Portugal, penso ser suficiente, um Banco público, neste caso a Caixa Geral de Depósitos.
(Não obstante o problema vigente, do Novo Banco, que se deve procurar, uma solução com menos prejuízo, para os contribuintes)
O anterior governo PSD/CDS, sempre nos fez acreditar, na impossibilidade de uma recapitalização da CGD, por o estado, hoje com essa recapitalização, em aberto, resta-nos pensar, ou mesmo concluir, que essa retórica, provinha de interesses políticos, ou mesmo pessoais, para a sua privatização…
A importância de termos um Banco público, torna-se necessário diferenciado, para um estado de Direito, muito mais essencial, depois de vermos, o anterior governo, alienar alguns dos pilares da Nação.
Demonstrado a possibilidade e aprovado a recapitalização, a oposição, como tem demonstrado ao longo desta legislatura, entra no processo de destruição, tentando a todo custo, tapar a sua incompetência, ou interesses ocultos.
O caso Centeno e Domingues, necessário ser esclarecido, não tem a dimensão, nem política, nem estrutural, para a recapitalização, que esta oposição de política “terra queimada” lhe impõe.
Na minha opinião Mário Centeno, não sendo um político astuto, tem demonstrado competência e mesmo com os percalços encontrados, tem -nos levado a resultados, muito satisfatórios.
Muito se tem que fazer, neste caminho, perder tempo, com “tricas” como diz Manuela Ferreira Leite, é desviarmos do essencial e seguir o jogo destrutivo da oposição.
Sempre português
VitalBicho

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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Devaneios de Passos

Um País democrático é faseado de consensos, de respeito e negociações, como, algumas cedências.
A concertação social é um órgão democrático, em que as suas decisões devem ser, respeitadas, após negociadas.
Sobre isso todos estamos de acordo, sabemos que por idealismos e convicções, tanto o PCP, como o BE, dificilmente aceitariam, a baixa da TSU, por uma visão radical.
O devaneio vem do PSD, (teremos sempre que referir, o PSD de Passos) defensor em vários momentos, desta baixa e se tem uma réstia de Social-democracia, o respeito que devia, aos acordos da concertação social, não deveria por em causa negociações efectuadas.
Passos Coelho e seu grupo têm demonstrado, neste ano de oposição, que o idealismo, mesmo o seu neoliberalismo, que a Social-democracia, foi tirada há muito, do seu PSD, deixa de ser importante, para dar lugar à negação de tudo, que o governo prepõem.
Passos Coelho e sua equipa, na esperança de voltar ao governo, tem desejado, o pior cenário para Portugal, cegos de despeito contradizem-se, tudo é valido…
Que diria o Dr. Sá Carneiro, se viesse à terra e visse o seu PSD, esquecido de Portugal e da Social- democracia?
Sempre português
VitalBicho

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sábado, 24 de dezembro de 2016

2016 O radicalismo está na oposição

2016 a chegar ao fim, com pouco mais de um Ano, de governo, muitas diferenças se acentuaram e penso que alguns, dos comuns portugueses, não querem admitir, que algo já foi feito, no teor humanitário e nacional, não aceitam, por despeito, ou por a velha convicção, de Direita/Esquerda. 
Nunca podemos esquecer, que somos portugueses, do nosso passado, conciliando com o futuro, não sou o defensor, deste governo e muito menos, dos ideais, de alguns dos partidos, que o apoiam, mas os resultados são positivos, até a data, os sentimentos e a verdade, são mais fortes, que o idealismo, ou militância, hoje respira-se, mais Portugal. 
Nestas linhas, não posso deixar em branco, o papel importante e benéfico, do Sr. Presidente da Republica, por vezes criticado, por fanatismos, esquecendo o seu contributo e dedicação, por o outrora, PPD/PSD, mas a primazia do Sr. Professor Marcelo, tem demonstrado ser, Portugal e os portugueses. 
Aos mais incrédulos, recordo, a falha de todas as previsões, maleitas. 
Revejam as raízes, não o que a oposição se tornou e como governou, cabe aos militantes, seguir esta matriz, ou reorganizarem-se, por Portugal Democrático. 
O radicalismo, de momento, encontra-se na oposição. 
Sempre português 
VitalBicho

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

8 Anos de VitalBicho E Portugal

No último Ano, escrevendo menos, mas não perdendo o sentido crítico
A situação do País mudou, longe da plenitude, mas melhoramos substancialmente, como nação.
Depois de no anterior governo, na maioria dos casos, por opções, termos sido despojados de alicerces fundamentais, para a soberania, tanto em valores sociais, como patrimoniais, não obstante da necessidade, de medidas extraordinárias e de austeridade, não foi precavido, a dignidade de Portugal, como Estado de Direito.
No último Ano vivemos, com as dificuldades inerentes e as diferenças ideológicas acentuadas, por um caminho mais português e humanitário, conseguindo objectivos substanciais, pode não ser o caminho, mas é o princípio.
Após longo tempo, temos um verdadeiro, Presidente da Republica, longe da prepotência injustificada, de Cavaco, das gafes e da vergonha, que os verdadeiros portugueses sentiam, das troças e risadas, que provocava, aos menos atentos, ou incrédulos.
A situação actual deixa fraco valor de crítica, não obstante a oposição, fraca e confusa, sem um caminho de renovação…
Temos um caminho árido, podemos no essencial, seguir uma Europa, que necessita de mudanças, mas primeiro terá que ser sempre Portugal, a nossa identidade, o respeito por as nossas diferenças, nos trará a igualdade de oportunidades.
Sempre português
VitalBicho

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sábado, 19 de novembro de 2016

Oposição contaminada e em declive…

Para bem de Portugal, a derrota e descrença da oposição, nas suas previsões e desejos, deixa a necessidade de mudança de discurso, que com estes intervenientes, nunca será credível, o declive chegou, para a oposição…
Não vivemos no paraíso, ao apoiar este governo, vi (como me tenho repetido) "o Mal menor", tenho-me surpreendido por a positiva e reafirmado, a falta de credibilidade, da oposição, pondo  eu, em dúvidas o seu teor democrata, humanitário e nacional, o discurso por vezes, mais (popularucho) contrasta com o que foi, a anterior governação.
Seria repetir-me, relembrar todas as falhas sociais, nacionais e por vezes democratas, do anterior governo.
As dificuldades e reprovações, sobre o governo actual, existem, mas é um caminho, que depreendo mais límpido, nacional e social, este caminho, com seus erros e contradições ideológicas, tem vencido, vários contratempos e desejos ocultos.
No meu entender, Portugal, como estado de direito, democrático, não tem outro caminho, a menos que surjam, outros intervenientes, o que se torna difícil, por a contaminação, no interior dos partidos existentes, na oposição.
Portugal tem valores ideológicos, que desprendendo-se, dos seus actuais partidos, contaminados, poderiam ser, uma mais-valia nacional, assim vão continuando, no grupo, não-credível.
Sempre português
VitalBicho

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sábado, 22 de outubro de 2016

Orçamento 2017 Razoável

Das linhas gerais do Orçamento 2017,poderá dizer-se simplesmente, que é razoável, dado as conjunturas, as necessidades básicas e os compromissos internacionais.
Os problemas do País, vão alem deste Orçamento, um dos problemas chaves, que não só, se traduz, no escasso investimento, mas a baixa produtividade, sobre esse assunto, muito se terá que fazer, decidir sectores, mais envolventes, tentando desbloquear, alguns entraves externos e com incentivos, não só a empresas, como a trabalhadores.
Numa visão simplório da oposição, das suas opiniões sobre o Orçamento, diria um vira face, de algumas decisões transactas, talvez por nesta austeridade, não serem excluídos, ou não terem uma diferenciação acentuada, alguns grupos, seus protegidos, também não está presente, neste Orçamento, a alienação desmedida, de património, embora no novo discurso, do PSD/CDS, volta-se a falar, nas famílias e nos interesses de Portugal, simplesmente falar...
Sempre português
VitalBicho

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domingo, 9 de outubro de 2016

Oposição- esquece como (des)governou...

Alguns serenamente viram, a destruição e falência de famílias, com cortes e aumentos, protegendo grupos e perdendo alicerces nacionais, em nome dos nossos parceiros e na fúria do mais alem, esquecendo mesmo, os princípios da Social-democracia e a Democracia Cristã, não cumprindo promessas eleitorais, não se põem em causa a má governação de Sócrates, mas as escolhas anti-patriotas e pouco humanitárias, esses hoje, revoltam-se por um Orçamento que não conhecem,  por medidas mais equitativas, que outrora e ousam falar em nome, dos por eles esquecidos, olhem para o passado recente.
Neste momento, em que não sabemos, o que nos reserva o final de 2016, quanto ao desempenho Orçamental, desconhecemos em pormenor, o Orçamento de 2017 e o contexto do agravamento de impostos, era bom esperar, sabemos sim as dificuldades do País e as exigências, por vezes, restritivas ao desenvolvimento e estabilidade, das famílias, que são causas, que explicadas, poderão mudar, a leitura do desconhecido Orçamento de Estado.
Vou esperar para comentar
Sempre português
VitalBicho.
 
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sábado, 17 de setembro de 2016

Governação média e Oposição negativa

Comentando a seu tempo, novos impostos e o OE 2017, ainda não totalmente delineado, do que já vivemos, temos o certo e o errado.
O caminho foi traçado, alguns obstáculos superados, já não importa divagar, sobre o que seria, se continuasse-mos por um caminho, de um misto de interesses e o seguimento de políticas fracassadas.
Seguindo em frente, mas sempre lembrando, que as necessidade das famílias, estão em primazia, ao défice, embora se conjuguem, por vertente económica.
Sobre o défice, este governo, poderá alcançar os objectivos, sem doses maciças de austeridade e sem a alienação de património, conseguindo mesmo, algum retrocesso, de uma linha seguida, no passado, verdade, com alguma austeridade escondida e nem sempre justa.
No plano económico e de procura de investimentos, os objectivos, não foram conseguidos e mesmo escassos.
Politicamente e socialmente, como vou referindo, estamos mais portugueses, sem rotura com a Europa, apregoada por uma oposição, que não tem sabido gerir, o seu espaço, nem prosseguir, actuando simplesmente, na contra-governação, anulando-se, numa recordação e querer, de governação.
Necessitamos de uma oposição construtiva, não doida, no espírito de um Portugal soberano e desenvolvido.
Necessitamos também, de um governo, contido, mas firme, nos propósitos de melhoria, das famílias.
Espero o Orçamento de 2017.
Sempre português
VitalBicho

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sábado, 20 de agosto de 2016

CDS-PP revê-se no MPLA...

Inadmissível a postura do CDS.
As palavras preferidas, no congresso do MPLA, o seu enquadramento político, admitindo o caminho, de saída da democracia e de alguns valores, desalinhado com a Democracia Cristã, é de puro oportunismo político, vai-se desacreditando, deixando (como tenho referido) uma lacuna, na democracia portuguesa.
Se sabemos, que Passos Coelho, no PSD, comunga um caminho, federalista, com via ao neoliberalismo, sabemos que Cristas, continua à deriva, no oportunismo de discursos popularuchos, mas com direcções de obscuridade democrática, seguindo as linhas, do antecessor Portas, verdade, sem o mesmo carisma e arte de ludibriar.
O CDS, muito provável, que hoje, o 5º partido nacional, precisa de se resolver, mas com alguma decência, ou afundar-se, no seu vazio ideológico, de hoje.
Portugal democrático, necessita de varias vertentes, mas elucidativas, o CDS caio no descrédito, lamento e recordo, grandes nomes e linhas, seguidas no passado, quando o CDS, era um partido pequeno, mas credível.
Sempre português
VitalBicho

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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

As Esquerdas e as Direitas Nacionais

As Minhas convicções políticas, no panorama actual, com um vazio representativo, mas surpreendido, por a positiva, do que apelidei (António Costa) de “mal menor” é notório, a passagem por alguns obstáculos, que a oposição, esquecendo os interesses de Portugal, professa.
Neste momento, não encontro grande relevância, em afirmar-nos, de Direita ou Esquerda, mas sim, ter uma visão humanitária e nacional, das necessidades vigentes, tendo patente a radicalização, dos partidos da direita, portuguesa e a flexibilidade positiva, das esquerdas, até então, mais radicais, podemos afirmar, que traduzem o carácter, dos intervenientes, mesmo podendo duvidar, se a esquerda, não terá uma postura, calculista, que mesmo sendo, se tem tornado numa acção, favorável a Portugal, a direita com o fanatismo, ou comodismo, perdeu os seus princípios, nacionais e democráticos.
Sempre português
VitalBicho

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domingo, 10 de julho de 2016

O Fado da Nação (Portugal)

Passado longo tempo, as profecias e malapatas, que criaram duvidas e instabilidade, como era propósito, não se concretizaram.
Não tenho duvida e embora alguns receios, que o País, está mais português e com valores Sociais.
Os exemplos desastrosos e algumas tendências, por toda a Europa, não demovem, uma direita portuguesa, que se tornou, federalista e neoliberal, não conseguindo dissipar o ressentimento, de não ser governo.
Muito escrevi, sobre os dois últimos governos, continuando a acreditar, que após o descalabro, do governo de Sócrates, e da recessão Europeia, a necessidade de austeridade, mas preservando Portugal, sabemos hoje, com clareza, que os métodos diferenciados, do anterior governo, não conseguindo os objectivos e deixando alguns esqueletos escondidos, enfraqueceram Portugal, como Nação,consequentemente fragilizando e empobrecendo, as famílias, embora Passos Coelho, proteste a afirmação, o seu governo, foi de uma falha patriota e com baixo valor, humanitário.
A própria Europa, ainda não decifrou, os sinais, preveniente do descontentamento, de políticas praticadas e a urgência de mudança.
Sempre português
VitalBicho

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