Sábado, 11 de Fevereiro de 2012

Outros carnavais se sobrepõem

Muitos estão preocupados, com a não tolerância de ponto no Carnaval.

Outros carnavais se sobrepõem e mais preocupantes.

O que conta uma tolerância ou feriado, num País de falências?

Onde o desemprego aumenta dia a dia, com ele a fome e miséria.

Os bens de primeira necessidade, a preços inadequados.

Ciente que a não tolerância, não vai baixar o preço, do pão ou do leite.

Ciente também, que não baixará as taxas moderadoras, nas urgências Hospitalares.

Estes temas sim, são preocupantes, e não a tolerância de ponto no Carnaval, que é mais uma demagogia, dos nossos governantes, no intuito de desviar a atenção dos problemas reais.

Contínuo convicto, que o tempo é de crise, que precisamos de sacrifícios e algumas privações, mas equilibradas.

Deixemos- nos de carnavais e olhemos para o País real, a afundar se dia a dia.

Sempre português

VitalBicho

Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012

Respeito mútuo, beliscado

O presidente falou, como sempre em nome do seu povo, pobre e enfraquecido.
Esqueceu -se que alguns, sem qualquer estatuto ou responsabilidade da situação,
vegetam por este País, com um rendimento anual, semelhante ou inferior, ao seu mensal.
Afirmo é legítimo e de direito a diferença de salários, por capacidades, funções e responsabilidades.
Não é legítimo, nem responsável, simplesmente abusivo, se não ofensivo, as declarações, sobre as dificuldades que atravessa.
Seus pupilos saíram em defesa, por um direito de gafe, o desrespeito por um povo merece, se não explicações do próprio, um pedido de desculpas.
Ciente das despesas adicionais ao cargo, para que os portugueses o elegeram e as responsabilidades das funções, neste desabafo não está em causa o montante, simplesmente um desplante, falar das suas dificuldades, para um povo, com grande percentagem de fome e desemprego.
Sempre oportuno, o respeito mútuo, beliscado neste momento.

Sempre português
VitalBicho

Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012

Portugal 2012

Portugal desmantelando se, como País.
Num País outrora grandioso, por sua história, chega se ao descalabro, de incentivar os seus valores a emigrar.
A emigração começa a estar presente, na sobrevivência de muitos portugueses, como única saída, mas não por conselho, sim por necessidade.
No mínimo espera se, dos nossos governantes, palavras de esperança, não uma convicção de derrota, com a certeza que com eles, Portugal como País não tem futuro.
A pergunta fica, valerá a pena tanto sacrifício e dor, mesmo a fome e miséria, se o futuro será sempre, Portugal uma aldeia serviçal, de uma Europa prepotente?
Com mais ou menos contestações, temos aceitado as privações que nos impõem, pagando a leviandade e incompetência, de antigos governantes.
O mínimo que esperamos é recuperar a nossa soberania, após minimizar a crise, necessitando de todos, qualificados ou não, mas com vontade de engrandecer e modernizar a nossa produção.

Sempre português
VitalBicho

Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2012

Domingo, 11 de Dezembro de 2011

Boas Festas

Ao desejar a todos um Feliz Natal e um Ano Novo melhor.

Fica sempre um amargo de boca.

No Natal podemos fazer dele, o que sempre foi, uma festa de afetos, de amor e carinho.

Talvez sem bacalhau, mas com ternura, com prendas imaginarias e sonhando com um amanhã melhor.

Esse amanhã, que dificilmente chega com 2012, a provisão é de ruina, para o povo português, mergulhado na crise e vendo em muitos casos, afundar – se sem contemplações, ou esperança.

As prioridades foram esquecidas, a saúde torna se simplesmente, mais um local de encaixe de verbas.

Se ao longo dos tempos, se têm praticado crimes num ensino decadente.

Na saúde com a falta de serviços existentes, junta se agora a falta de liquidez dos utentes.

Temos uma crise, gerada por maus governos e decisões inadequadas, como portugueses assumimos as nossas responsabilidades, mas deixem nos viver, ou mesmo morrer, com dignidade.

Sempre português

VitalBicho

Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011

Quarta-feira, 30 de Novembro de 2011

Falta humanidade e patriotismo

O que não consta na revisão laboral

Se reflectirmos um pouco, sabemos que o ser humano tem reacções e procedimentos, na base do seu estado de espírito.

Em algum momento, o sobrenatural irá reflectir, no desenvolvimento e perfeição do nosso trabalho.

Toda a situação vigente é prejudicial, há tão falada produtividade.

Para minimizar, terá que se ter incentivos e objectivos.

Será que a produtividade e a competitividade têm só um caminho, o aumento de horas de trabalho e a perca de regalias?

Mesmo o tempo não sendo propício a investimentos, muitas modernizações são necessárias, para poder mos competir, em certos sectores.

No meu ver, antes de pensarmos nas exportações, teremos sim de baixar as importações.

Em vários sectores, o aumento do custo, comparado com o produto importado, encontra se nos impostos e nos intermediários.

Compreendo que nesta altura, certas mudanças seriam uma catástrofe, mas não podemos seguir por um caminho, que nos deixa subjugados a terceiros, temos sim que encontrar um caminho, de sobrevivência e de igualdade negocial.

Eis porque me repito, que falta humanidade e patriotismo, em todo este processo.

Caminhamos ao sabor dos ventos duma Europa, que nos aceita enquanto lhes for conveniente.

Sempre Português.

VitalBicho

Domingo, 13 de Novembro de 2011

Um orçamento, matematicamente correcto, sem a visão real

O orçamento 2011 peca por o total das medidas, que em conjunto torna se insuportável viver com dignidade.

Temos o fim anunciado da classe média, em Portugal.

Sabíamos que tempos difíceis tinham chegado, depois de um arrastar de caminhos turvos, chamados por alguém, de bom caminho, mas não podemos esquecer, outros responsáveis, mais antigos, que cozinharam a nossa dependência.

Foi o sonho de entrar numa Europa, a todo o custo, com cedências e “cotas” que nos arrastaram para o escoamento, das sobras dos outros.

Foi a ilusão do crédito fácil, duma sedução desmedida da banca.

Não estávamos, mínima mente preparados, para entrar numa Europa, em clima de igualdade.

Esta Europa também em crise, que se tornou dependente da vontade dos que melhor sobrevivem, à crise.

Que fazer? Temos que honrar os nossos compromissos, mas só até podermos viver com dignidade.

Ciente que a culpa da situação vigente, pertence a todos, uns por as más escolhas, outros por o silêncio da abstenção.

Hoje mais que nunca, temos que estar atentos, a soluções que nos propõem, que parecendo a saída, podem ser uma encruzilhada.

Nunca esquecendo que somos portugueses, devemos, se deixarem, neste momento continuar mos, na Zona Euro, depois do pico da crise passar, repensar e rever a nossa permanência, negociando.

Um orçamento, matematicamente correcto, sem a visão real das necessidades de sobrevivência.

Sempre português

VitalBicho