domingo, 17 de março de 2019

Europa/ O importante do Voto…

Não é cedo para pensar:
União Europeia, tema que divide, ou une populações, mesmo que superficialmente, todos temos uma opinião, muitas vezes divergente.
Sou um, entre muitos, que pensa, que muito se tem que mudar…
Tarde e não momento, de debate ou suposições, se estamos melhor, ou pior e a nossa permanência, desastroso seria, uma saída agora, provocada por nós.
Não vou neste texto escrever, sobre perdas e ganhos, maus acordos e cedências, apesar do mais importante, a nossa soberania limitada, nem tão pouco da moeda única, vou sim escrever, sobre o direito e até dever, de votar, a abstenção é o silencio a inactividade, o delegar de opinião.
Muitos dirão, Portugal não tem força, para fazer a diferença, eu digo, mas prepomos, demonstramos e tentamos, cientes das nossas diferenças.
Dirão ainda, mas no leque de candidatos e ideias, não me revejo, eu digo, algum terá uma pequena diferença positiva, para si, (como tanto tenho escrito, sobre este governo) esse é o seu “mal menor” vote…
O importante, que eu penso e que me define, o tempo de submissão e “bom aluno” acabou, da direita à esquerda, têm ideias e visões novas, não podemos ir a traz de quem, mesmo cá dentro, demonstra saudosismo e parecenças, com esse passado, nem entrar em radicalismos e populismos…
Sempre português
VitalBicho


sábado, 23 de fevereiro de 2019

Politica-previsível e pouco credível

A política em Portugal, contínua previsível e pouco credível.
Vivemos esta semana, mais um acto de eleitoralismo, que passou transparente (para vários críticos) como uma disputa do CDS, a líder da oposição, o PSD mais uma vez não respondeu à altura, uma abstenção tinha deixado o CDS isolado, mas Rio não tem força, no interior do PSD, para criar um consenso, nesta luta, o CDS de hoje, representa um mau passado, juntando um populismo renascente, quanto ao PSD ainda não se afirmou…
Costa com alguns erros vai sobressaindo, nesta direita, longe do Centro e da credibilidade necessária.
A ”Moção de censura” foi pois outro rol de acusações, entre o passado e presente, sem lições para o futuro.
Das figurinhas envolventes, não era esperado, mais que a mediocridade e jogos de interesse.
Passando à minha leitura, sobre a actualidade:
Não temos verdadeiramente, nenhum partido de Centro de direita e todos longe, da dita Democracia Cristã.
A Social-democracia só existe, num discurso mal disfarçado e no nome de um partido, por vezes o PS a belisca.
Nem mesmo o PCP, já é suficientemente convicto e coerente.
Justifica-se o BE, não longe da leviandade do discurso, mas sabendo diferenciar no acto, a vontade de governar…
Do PS só me apetece dizer, é o que temos, hábil e político, mas nem sempre certeiro, nem transparente e com erros no percurso.
A “Aliança” não vai marcar a diferença, convicto que só dividirá mais o PSD, do “Chega” é necessário ter cautela, com o descontentamento popular, não podemos entrar em negação…
Num vazio, político consistente “Cá vamos cantando e rindo” procurando uma saída…

Sempre português
VitalBicho


sábado, 16 de fevereiro de 2019

Portugal perdido no galinheiro

Depois de uma “Paz Social” e maiorias concordantes, vem a pré-revolta, no despertar eleitoral.
António Costa fica no centro, mas como alvo difícil, no baralhar de alguns erros na legislatura, reparou e remendou, alguns do passado.
Com falhas, ou mesmo se não tivesse, os tempos são de contenção, vamos ser realistas, não pondo em causa, “ direitos e necessidades”.
Como o povo diz, “sem ovos não se faz omeletes” embora confuso, se os enfermeiros têm ovos, de outro galinheiro.
Mas não só de omeletes, se alimenta o País, tem lutas de galos, deveras complicadas e capoeiras distintas.
Sempre teremos a “galinha do campo” e o “frango de aviário”, cada um com seu paladar, como quem diz, no seu lugar, idêntico ao “Publico e Privado”…
Falando da capoeira, onde outrora, andou um coelho ruminante, fazendo estragos elevados.
No galinheiro da esquerda, não querem ficar sem milho, vão desconcertando a “Geringonça das pipocas” embora as galinhas em “bloco” querem poleiro e cantar.
A farelos, está o galinheiro da direita, mas com farelos não se faz pipocas, ficando sem utilidade, há muito deteriorada “geringonça da direita” neste galinheiro, nem sempre o galo canta e também tem uma galinha, que quer cantar, mas nem ovos sabe dar.
Entretanto voltou ao galinheiro o galo, que se pensava na panela, vem com uma anilha ou “aliança” mas nada de novo traz, só a luta de 2 galos, velhos e cansados e a galinha continua, na esperança de poleiro, para cantar.
Mas cuidado “chega” outro galo, que pode soltar a rede, pois é algo radical.
O negócio assim não vai dar, novos galos terão que chegar, com galinhas e pintos para criar e alguns ovos, nos terão que dar…

(Alguma semelhança encontrada, demonstra a imaginação do autor)
Sempre português
VitalBicho


terça-feira, 15 de janeiro de 2019

“Direitas desunidas”

PSD e CDS perderam a credibilidade democrata, ao darem um passo à direita e por desconjunturas internas.
Não obstante surge a “aliança” absorvendo retalhos de ambos.
No CDS, o Centro de direita, assim como a Democracia Cristã, é uma miragem do passado, como esquecida está a Social-democracia, do moribundo PSD.
PSD/CDS têm como herança, um governo passado, que aproveitando uma crise acentuada, governaram a bel-prazer, de interesses, esquecendo por vezes a dignidade das famílias.
Paulo Portas abandonou o barco, mas deixou a sua Pupila, numa política de negação e populismo, com saudosismo do poder, atropelando mesmo por vezes, o partido que lhe deu estatuto, para ter sido governo.
Passos Coelho, quis ficar, esperando “o diabo” como ele não veio, foi se embora, mas deixando um partido minado, o Senhor que se segue, “Rui Rio” esperando há muito uma oportunidade, não consegue unir o partido, entre gafes e tropeços, Montenegro não quer esperar e chama a si, a fracção Passos, não se sabe ainda, se o PSD segue, com a politica, não concisa de Rio, ou com a politica, já gasta e distante da Social-democracia, de Montenegro, sei que o PSD, não será um partido viável e em ambas as opções, reinará a desconfiança, de uma instabilidade interna.
No meio desta desunião e descrédito, nasce a “Aliança” de Santana Lopes, que será mais uma fracção, de um PSD retalhado, deixando sempre a pergunta, porque a “Aliança”?
Por despeito ou presunção? Podemos também analisar, onde ficou o seu querido ”PPD/PSD” e quem o acompanha…
Os ataques mútuos vão se acentuar, mas no fim, desejam que os portugueses se iludam e falam em governo, de “Direitas Unidas”
Sempre português
VitalBicho


sábado, 29 de dezembro de 2018

Mediocridade politica

O ano de 2019 pede nos, algumas decisões, de difícil escolha, por a mediocridade política nacional.
Os partidos convencionais, foram-se desviando de convicções e até ideologias iniciais, levando alguns eleitores, menos atentos, a votar, pensando que as mudanças são evolução, ou simplesmente, momentâneas, no entanto revejo-as, como mudanças estruturais ideológicas.
O CDS retirou-se do centro, caminhando para a direita, tornando-se sim, no centro do populismo nacional, onde neste actual CDS, não encaixa a Democracia Cristã.
O PSD tem muito que deixou a Social-democracia, uma rotura iniciada com Cavaco e acentuada, por o caminho ao neoliberalismo, de Passos Coelho, hoje um partido perdido e dividido, com um Semi- líder a prazo, sem capacidade de liderança ou política, abutres no interior do partido, esperam derrotas e saudosamente, o regresso a um passado recente.
O PCP ultrapassado por o tempo, nesta recta final, da legislatura, volta às suas origens revolucionárias, levianamente e sem a prudência, que a situação e compromissos exigem, o PCP igual a si próprio.
O PS perante tanta mediocridade política, António Costa consegue sobressair e (repetindo-me) ser “o mal menor”, embora com varias falhas, demonstrou que havia outro caminho, nem sempre acertou nas prioridades, mas foi devolvendo alguma da dignidade, retirada às famílias marcadas, não só por a Troika, como a bel-prazer ou linha ideológica definida, de Passos Coelho.
Mas terá o PS competência e conceito ideológico, para uma “maioria absoluta”?
Qual será o perigo de não a ter?
Por várias razões, também ideológicas, difícil será, fazer renascer a dita “Geringonça”.
O BE tem a vontade inegável, não de acordos, mas de fazer parte do governo, desenquadrando-se do seu conceito natural, o que se tornaria difícil, delinear algumas das ideias, menos prudentes, para o equilíbrio Orçamental e as fragilidades, ainda existentes.
Excluída a hipótese “direitas unidas” por falta de credibilidade e indecisão ideológica.
Duvidando dum governo, de maioria PS, não achando prudente e conciso, um governo PS/BE, o impasse continua, (voltando-me a repetir) sobre uma lacuna ideológica credível, existente em Portugal.
Reflectindo e afirmando, a abstenção não é caminho…

Sempre português
VitalBicho
 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

10 Anos divagando/ VitalBicho E Portugal


Dez anos se passaram, neste grito de desabafo, sendo eu próprio, divagando sobre actualidade, sem militância e por vezes sentindo-me traído, por a classe política.
A 16 de Janeiro de 2009, era publicadoEu, Vital BichoEm: VitalBicho E Portugal http://vitalbichoeportugal.blogspot.com/2009/01/eu-vital-bicho.htmlnum projecto de protesto pessoal, elaborado e iniciado em Dezembro 2008 - revejo-me em tudo que então escrevi.
Vivia-mos então no governo ou desgoverno de Sócrates, muito escrevi sobre, hoje se as acusações forem verdadeiras (eu penso que sim, sem grandes comentários, antes da conclusão) explica varias das suas atitudes.
Seguidamente vivemos a que chamo traição politica, dado uma campanha, já conhecedora do programa da Troika, sabíamos que íamos ter sacrifícios, nos primeiros passos apoiei, está escrito neste Blogue, mas ai fica a nu, o verdadeiro caminho politico de Passos Coelho e o oportunismo de Paulo Portas, para se manter no governo, foram “mais além” protegeram grandes interesses, esqueceram, que Portugal são primeiramente  os portugueses, passaram a maior parte da crise, mas deixaram, um rasto de miséria e danos irrecuperáveis, esqueceram a Social-democracia e até a Democracia Cristã, beliscaram o Centro de direita, por muito que o neguem, encostaram-se ao Neoliberalismo.
Depois vem a dita “Geringonça” com seus erros, suas limitações, oriundas de diferenças ideológicas, dos partidos envolventes, mas como apelidei, “o mal menor”.
Que oposição tivemos nestes 3 anos? Uma oposição destrutiva, sem credibilidade, encarando a legislatura, com azedume, sobre os partidos separadamente, tenho escrito o que penso, pouco democráticos, divididos, saudosistas e roçando várias vezes, no populismo, não credíveis, não são opção governativa.
Mas se o País mudou, as opções politicas e ideológicas, de alguns partidos também, alguns não se encontrando interiormente, VitalBicho E Portugal, a minha forma singela de “Divagar sobre a actualidade” somou ao Blogue, uma página no Google+ https://plus.google.com/+VitalBicho onde comento noticias publicadas nos jornais, por vezes acrescentando, “Pensamentos e Sentimentos” publicados doEspaço de VitalBicho - Em: https://vitalbicho.wordpress.com
Como sempre, tudo o que escrevo (um pouco de mim).
Repito-me e termino como à 10 Anos:  
Eu, não dono da razão, vivo com a postura, que me parece mais correcta, não sendo, nunca inflexível, mas terão sempre que me explicar, o porquê da razão contraria
Sempre…, algo, em que acredite…

Sempre português
VitalBicho

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Lacuna ideológica continua…

Depois do OE 2019, onde se espera, sem grandes alterações de fundo, na especialidade, abertamente, vai-se estremando posições, à muito decifradas.
Se muitos pensavam, que a dita “geringonça” na forma encontrada, tinha os dias contados, pode por necessidades percentuais, não ser tanto assim.
O PS discretamente, ou nem tanto, anseia uma maioria absoluta, o BE descaradamente, anseia fazer parte do governo, o PCP deseja voltar a ser, o partido do protesto, sente-se acorrentado e o mais prejudicado, nesta geringonça.
Aparentemente não se conta, para decisões governamentais, com direita portuguesa, por esta estar na deriva e internamente dividida, com uma falta de credibilidade acentuada.
Faz tempo, que venho escrevendo, sobre a lacuna política nacional, a desigualdade de ideologias, para praticas, é notória e vincada, primeiramente, nos partidos, ditos de direita.
O Mundo está a mudar, descontentes com as falsas ou semi-democracias, os povos vão aderindo, a partidos mais radicais, tanto de extrema-direita, como extrema-esquerda e as posições tomadas, por partidos do Centro e mesmo os ditos Sociais-democratas, tem- se encostado demasiado, a grandes interesses, que vão beliscando a dignidade das populações.
De momento Portugal, não corre o risco do radicalismo acentuado, mas necessário pensar no futuro e precaver-nos, de sinais de fanatismos, já existentes…
Pensando que não se constroem líderes, mas sim nascem, com esse carácter e aptidão, em Portugal andam escassos…
Sempre português
VitalBicho
 
 

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

OE 19/passado e Futuro

 
Numa legislatura de início controversa, chegamos a este momento, com quatro Orçamentos aprovados, com três percorridos, sem derrapagens ou rectificativos.
O Orçamento para 2019, no meu ver e por vários factores, o Orçamento possível e ponderado, pois teremos que ter em conta, não só as fragilidades do País, como os consensos necessários, do PS, BE e PCP.
Esperemos pois, que na especialidade, as alterações não se saia, dessa prudência exigida.
Portugal pode não ter saído da austeridade total, mas saio certamente da subjugação, na generalidade as famílias, encontraram o caminho da esperança.
António Costa demonstrou a sua grande capacidade política, concordando com a sua linha, ou não, recordo e mantenho, que apelidei este governo de “mal menor”.
Ficou provado, que outra linha podia ser seguida e outras desconhecidas, podem ser encontradas, o que faz cair por terra, todas as politiquices e jogos de interesses, de Passos Coelho e companhia, hoje pergunto, sem querer viver, como seria a continuação, do governo PSD/CDS, quanto mais património seria alienado, que privatizações seriam feitas, relembro o caminho da Saúde e do Ensino, não falando, da mão-de-obra e da precariedade.
Mas temos que começar a pensar no futuro e nas opções, que não temos, virando-nos para a oposição, muito já escrevi sobre as suas fragilidades e deturpações ideológicas, não estamos bem, mas talvez tenhamos que escolher novamente” o mal menor”.
Sempre português
VitalBicho



domingo, 7 de outubro de 2018

Nada de relevante, politicamente

Portugal vai vivendo, com percalços e ansiedade, mas sem um caminho viável de mudança, do Orçamento para 2019, sedo para falar, mas virá ao encontro, das exigências dos intervenientes, na sua elaboração, o que terá que ser um meio-termo, alargado por posições de força, esperemos pois, alguns benefícios e impostos, directos e indirectos, no fim teremos o discurso, do Orçamento possível, mas não desejado.
Após o Orçamento, as diferenças ideológicas, continuarão a ser tema, mais afincadamente, nos partidos da geringonça, indo ao encontro do eleitorado, separadamente.
As alternativas ao PS continuam a ser turvas e não credíveis.
A Aliança de Santana Lopes, no meu ver, baralhará mais as contas e pouco de novo trará.
O CDS continua num caminho de rejeição, por vezes populista, mas com bipolaridade vincada.
O PSD não encontra o caminho, com divisão interna visível, com um líder sem pulso para as correntes existentes, embora a oposição de peso, espere pacientemente, derrotas eleitorais, alguns impacientes vão se revelando e desestabilizando, distorcendo ideologias, sendo imprevisível, para a democracia…
Portugal vive assim, um vazio política e ideológico, resta-nos a noção, que temos sobrevivido, esperemos que neste Orçamento, embora de princípio saibamos, que será longe das necessidades, minimize as carências vigentes.
Portugal precisa de novos valores, de uma opinião activa da população, no panorama político.

Sempre português
VitalBicho

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Democracia / Demagogia ou não

Uma democracia é constituída, por várias opções credíveis, tendo sempre a abstenção, como entrave.
O mundo mudou, com novos horizontes, políticos e sociais, novas batalhas de sobrevivência.
Esquecido mas não mudou, é o sentido da palavra “credibilidade”.
Da igualdade, teremos que compreender, que só é consistente, na igualdade de oportunidades, porque no valor das diferenças encontramos, a vontade de evoluir e superar.
Dito isto, podemos nos voltar para o patriotismo, conservando as nossas raízes e consolidando pilares estratégicos, para a sobrevivência nacional.
Mas como estado de direito, teremos que assumir, compromissos assinados, encarando a UE, como uma parceria, sem perdermos a identidade.
Neste conjunto de ideias, teremos que rever, todo o panorama político português e tentar encontrar, aquele que mais se enquadra, nas necessidades nacionais.
Portugal sem líderes de relevo, esquecendo os parâmetros “direita, esquerda” necessita de encontrar consensos, para governar, só possível, se em cada parte, se mantenha solidez interna…
Muita água vai correr, até as próximas legislativas, mas com militância em segundo plano, devemos começar a analisar, tem sempre um “mal menor”
Sempre português
VitalBicho

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Turbulência politica (OE19)

O OE2019 pode ser, ou não, um problema para a estabilidade nacional, sem conhecer o teor, muito se tem especulado e entrado por caminhos ideológicos, que podem não ser viáveis e longe de ser consensuais.
O OE2019 tem não só, que fazer face, às necessidades prioritárias, como ter em conta, as fragilidades económicas e os compromissos externos, mais que as ideologias partidárias, manter a estabilidade.
A boa vontade e justiça social, por vezes não se enquadram, na realidade e possibilidades actuais, por isso alguma prudência, que requer consensos.
O optimismo constante, por vezes despropositado, de António Costa, ilude nos dois sentidos, na realidade, um meio-termo da situação, confortante, por um passado turbulento, mas com um futuro, embora com esperança renascida, incerto…
PCP e BE andam eufóricos, nas suas ideologias, sabemos todas as suas teorias, no passado souberam, ceder e impor-se, para salvar Portugal, esperemos que em consenso com o PS, consigam, mais uma vez, um caminho, não perfeito, mas de estabilidade e esperança.
Da oposição PSD e CDS, não se prevêem bons ventos, embora se veja, Rui Rio querer-se posicionar mais ao centro e aberto ao diálogo, o PSD está fragmentado, até que ponto, Rio é o Senhor do PSD…
O CDS se torna, como já referi, um partido populista instável, com o seu saudosismo, tornando-se bipolar por conveniências.
Preferível perante a situação actual e na lacuna política nacional, manter a estabilidade e tomar posições, após conhecer, todos os contornos, do OE 2019.
Sempre português
VitalBicho

sábado, 9 de junho de 2018

Reflexão politica


Numa reflexão sobre Portugal e o seu estado político, continuo a pensar, que a dita “geringonça” é um “mal menor” tristemente não revejo, nas hipóteses vigentes, melhor solução.
Numa análise, parecendo precipitada, antes do fim da legislatura, mas quando se tornou prioritário, o acentuar ideológica, por razões eleitoralistas antecipadas, que espero, mais discurso que acção…
No essencial, este governo deu-nos a esperança, Portugal como estado de direito, estava amargurado, onde a submissão, era o caminho, perdemos valores fundamentais, pontos estratégicos da nossa soberania, “com muitos espinhos e algumas rosas” voltámos a caminhar.
Por muito que me doa, “ aquela costela direita” que tanto falei no passado, hoje revejo os caminhos errantes, que se afeiçoaram, com o receio, que todas as acções desencontradas, como vai acontecendo por a Europa, traga o radicalismo das extremas, tão condenável, as de direita, como esquerda.
Seria errante também o facilitismo, mas preservando a dignidade dos povos, temos que caminhar, passo a passo, por vezes mesmo parar, mas não retroceder …
No fraco panorama político português, até pouco credível, podemos fazer uma análise rápida:
 PSD – desencontrado e dividido, Rui Rio longe de criar consenso é o “líder com prazo certo” no interior do partido, muitos esperam derrotas eleitorais, o esquecimento do Passismo e um deslize de António Costa, para assaltarem a cadeira de Rio, mas varias fracções surgirão, que torna o PSD no mínimo, um partido instável de rumo incerto, podendo mesmo voltar, a uma vertente neoliberal.
CDS – Paulo Portas tornou-o, num partido bipolar, com discurso na oposição, diferenciando por conveniência, em coligação para governar, embora com uma pequena fracção ideológica, minoritária, para a discípula Cristas, que demonstra populismo, com falhas objectivas …
PCP – ultrapassado por o tempo, persistente e convicto ideologicamente, abrindo algumas lacunas, para atenuar menos, mas sempre necessário, em convergências de opinião.
BE – Caminha numa única direcção, salutar em oposição, ou consensos, mas desastroso se lograsse conduzir sozinho, os destinos do País.
PS – Continua por isso a ser o “mal menor” por todo um passado, indeciso sobre a maioria absoluta e Portugal não tem “espaço de manobra” para experiências…
Torna pois, nesta minha reflexão, Portugal com um futuro incerto, mas esta é a minha reflexão, necessário cada um, com um espírito de dever, faça a sua e seja qual for a eleição “diga não à abstenção” sem convicções escolha “o seu mal menor”.
Sempre português
VitalBicho
 
 Nota aos seguidores deste Blogue:  
Ultimamente não tenho sido tão assíduo, a escrever neste, por opção tenho-me dedicado mais, a comentários de notícias dos jornais, com o mesmo sentido em:
 VitalBicho E Portugal – Google +
Podendo entrar por esta pagina- ao cimo, por baixo da foto clic:
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Em Dezembro faz 10 Anos de VitalBicho E Portugal, sem ser dono da razão, divagando é o meu desabafo
OBRIGADO
António Carlos Vital Bicho

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Nem tudo foram Cravos


44 Anos se passaram, Portugal não só mudou, como as mentalidades e objectivos de vida.
Nem tudo foram cravos, muito foram espinhos sem rosas.
Na maioria, os portugueses não estavam elucidados e muito menos, preparados, para uma real democracia.
Inicialmente, muitos confundiram, a palavra liberdade, com libertinagem.
Na generalidade, éramos e somos, um País pouco politizado, a politização foi acontecendo, na maioria tendenciosa e ideológica.
Um falso sentido de igualdade, tiveram consequências graves na economia, que junto, com a incompetência política e o oportunismo, nos deixaram na situação vigente.
Aos poucos, o descrédito nos agentes políticos e objectivos proclamados, mas não alcançados, originou o afastamento, dos portugueses, de uma política participativa.
Hoje podemos dizer, que vivemos numa democracia desencontrada, onde a incógnita (abstenção) reina, com desânimo e desilusão.
Motivo por o qual, muitos criam castelos saudosistas, outros desconhecem e confundem as razões, do 25 de Abril.
Na realidade, todos comungam do descrédito, da classe política nacional.
Sempre português
VitalBicho

VitalBicho E Portugal- Google +
Comentários de notícias publicadas nos jornais