sábado, 22 de abril de 2017

25 de Abril – Nem tudo foram cravos

25 de Abril de 1974, sem dúvida, o marco histórico, do século XX, para Portugal.
Mas nem tudo foram rosas (neste caso cravos).
Como em todas as revoluções, teve excessos, que marcaram negativamente, tanto na economia, como socialmente.
A politização tendenciosa ideologicamente, que hoje se transformou, em indiferença política, na altura, foi a revolta desmedida…
Da liberdade e democracia apregoadas, fica-nos a liberdade nas palavras e uma fraca democracia, beliscada interna e externamente, mais uma vez, é no discurso a democracia, ficado aquém, nos atos.
Tentamos entrar numa comunidade, que aos poucos, vai-se transformando, numa União de proteção, aos mais fortes, perdemos parte da identidade, a outra flutua ao sabor das marés, outrora nossas, comprometidos com compromissos assinados, por interesses, ao sabor dos ventos.
Na encruzilhada, fica a esperança e a incerteza, de uma insuficiência, para nos impormos, sobre a dignidade e os interesses individuais, de sobrevivência.
Nada me move, contra a União Europeia, continuando a ser português, com raízes e tradições, onde inclui a dignidade democrática e soberana.
Sem excessos ou radicalismos.
Sempre português 
VitalBicho