quinta-feira, 23 de março de 2017

Caixa Geral de Depósitos/A dura realidade

Uma recapitalização, sem alterações evidentes, seria o adiar problema, amortizar, com mais custos futuros.
Vários problemas se acumulam, em atenção ao "credito mal parado" e ao adiamento de resoluções, alguns dos factores, mas não só...
Perante o avanço, das novas tecnologias, que ditaram, uma nova maneira, de funcionamento de vários sectores, incluindo a Banca, tonou dispensável, alguns balcões e nomeadamente, algum suporte humano, esta é uma dura realidade, no entanto, de ter em conta, neste caso, o factor de interesse publico, dever da CGD.
Sem reconhecer a totalidade do projecto, penso que a necessidade, económica de fecho, não pode por em causa, a necessidade publica.
Perante a necessidade, de reduzir funcionários, deve ser prudente, selectiva e não excessiva.
Nesta dura realidade, o caminho para uma CGD, solida, para poder defender o interesse publico e diferenciar-se, da restante Banca.
Relembro que o anterior governo, teria duvidas, sobre se o caminho, não seria a privatização, nesse caminho, quantos balcões, seriam fechados, quantos despedimentos? Não seria posto em causa, o interesse publico, mas sim os lucros e os despedimentos seriam aleatórios, porque agora, na oposição, põem objecções? Simplesmente, porque nos queriam vender a ideia, que não era possível, uma recapitalização, no âmbito da UE.
Fica uma pequena nota, mas no meu ver importante, não só para CGD, mas no geral.
Não soubemos substituir, com novos planos laborais, adequados, à evolução dos tempos e a rapidez, da entrada de novas tecnologias, que substituem, por erro humano...
Sempre português
VitalBicho